Solução para resolver a Inflação política monetária do Brasil!

Nos últimos anos, a alegação de Charles de Gaulle de que “o Brasil é o país do futuro, e sempre será”, parecia um anacronismo à medida que a economia latino-americana parecia florescer. Mas não durou muito. Infelizmente para os brasileiros, o gentileza de de Gaulle agora parece no alvo mais uma vez. E as coisas podem se deteriorar ainda mais antes de melhorarem. Para os investidores, isso provavelmente significará ficar longe das ações brasileiras até o segundo semestre do próximo ano.

Quão ruim é? Bem horrível. O Brasil está ameaçado por uma crise econômica e uma enorme controvérsia política que ameaça seu presidente. Vamos começar com as questões econômicas. A economia está altamente orientada para o setor de commodities, então, quando os preços de tudo, desde o petróleo até o minério de ferro e os produtos alimentares, caíram ao longo do ano passado, o Brasil sentiu a dor mais do que alguns outros países.

Isso causou uma forte contração da economia, diz Michelle Campbell, economista sênior da América Latina na Dun & Bradstreet, em Londres. Ela vê uma queda no PIB de até 3% este ano e uma queda adicional de 1% no próximo ano. Além disso, o país tem um problema de inflação. O banco central do Brasil, o Banco Central do Brasil, relata inflação este ano em 9,5 por cento versus uma taxa de inflação alvo de 4,5 por cento.

Inflação complica política monetária

“A inflação complica as opções de política monetária”, diz Campbell, porque o banco central não pode diminuir as taxas de juros para estimular a economia, pois pode enviar a inflação ainda maior. A economia decrescente também está crimpando as receitas do governo, levando ao que já era um superávit projetado para 2015, agora parece mais um déficit. “O lado fiscal continua a ser a maior questão macroeconômica para o Brasil no momento, e não há melhorias à vista”, disse o banco de Nova York Brown Brothers Harriman em um relatório recente.

Inflação Monetária

A queda das preocupações fiscais foi um corte na classificação da dívida do país para a categoria de não investimento pela Standard & Poor’s. Para superá-lo, o valor do real brasileiro despencou, em torno de 40% em relação ao dólar no último ano. Para recuperar as coisas, o Brasil precisa introduzir reformas econômicas, diz Jeremy Lawson, economista-chefe da Standard Life Investments em Edimburgo, na Escócia. Ele aponta para a rigidez no mercado de trabalho, pelo qual a inflação se torna auto-realizável.

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O país do futuro pode ser salvo? É complicado, porque há uma sonda de corrupção maciça envolvendo Petroleo Brasileiro S.A. Petrobas (ticker: PBR), que está envolvendo políticos e levou alguns a pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Não há uma pele limpa com uma grande reputação esperando para assumir o controle”, diz Lawson. ”

Solução para investidor

Então, o que um investidor deve fazer? Evite estoques no setor de energia ou setor de construção, diz Don Coxe, da Coxe Advisors, com sede em Chicago. Ele se preocupa de que ambas as áreas da economia possam ser sugadas para o escândalo de corrupção. Em vez disso, a Coxe sugere que os investidores dos correios que querem comprar no Brasil se concentrem em ações com exportações, porque as empresas que exportam não dependem da demanda doméstica cada vez mais fraca. Eles também se beneficiarão do declínio dramático no valor do real, já que os produtos serão mais baratos para os compradores estrangeiros.

Inflação Monetária

Para o Brasil, quando você exclui o setor de commodities assustado, isso significa que o setor industrial que fabrica automóveis e autopeças pode ser a melhor aposta do investidor. Mas Lawson diz que pode ser melhor aguardar um pouco antes de colocar dinheiro no Brasil porque a economia é fraca e não apoiará o bom crescimento dos investimentos nas empresas, pelo menos por enquanto. “De uma perspectiva fundamental, não é um lugar para sobrepeso”, diz ele.